Eleitores dos EUA mostram pessimismo com a economia às vésperas da eleição
Segundo a Agência Brasil, inflação persistente e tarifas pesam na avaliação de eleitores, enquanto indicadores de emprego e crescimento aparecem como pontos positivos
Segundo a Agência Brasil, eleitores dos Estados Unidos demonstram pessimismo em relação à economia na véspera das eleições que definirão se o Partido Republicano do presidente Donald Trump manterá o controle do Congresso. A reportagem informa que muitos eleitores atribuem ao presidente, especificamente às tarifas e à guerra com o Irã, a culpa pela inflação persistente.
Ainda de acordo com a reportagem, a taxa de desemprego foi de 4,2% em setembro e não ultrapassou 4,5% por cinco anos consecutivos, o período mais longo já registrado. O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan registrou uma baixa quase recorde, enquanto o indicador do Conference Board apresentou melhora em outubro. A economia dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 3,4% no último trimestre, segundo a mesma fonte.
A reportagem também cita dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA, segundo os quais os preços ao consumidor e a remuneração média por hora subiram cerca de 5,5% desde janeiro de 2025. Do ponto de vista do poder de compra, segundo a Agência Brasil, os trabalhadores não estão em pior situação, mas também não estão em melhor do que quando Trump assumiu o cargo. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou à CNBC que o comportamento do consumidor está bastante sólido.
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