Gilmar Mendes diz que ataques às urnas são "em vão" e defende o sistema eleitoral
Em publicação no X, o ministro do STF citou observadores internacionais e auditorias para rebater questionamentos sobre o resultado das eleições de 2026.

O ministro do STF Gilmar Mendes escreveu no X, no sábado (7), que questionamentos à integridade das urnas são "em vão" e revelam "intenções espúrias ou alheamento da realidade de quem as propaga". Ele não citou nomes, segundo a CartaCapital, e chamou de "levianas" as acusações contra o resultado.
Gilmar afirmou que o sistema garante "eleições limpas" há 30 anos, segundo o Correio Braziliense. Ele citou a missão da OEA, com 179 observadores, que disse "não ter dúvidas quanto à integridade dos dados oficiais". Também mencionou o Carter Center, que viu o processo como "bem-organizado e transparente", conforme a CartaCapital.
O ministro disse que são três auditorias, feitas em todos os estados e nos dois turnos. Afirmou ainda que, há mais de 20 anos, o sistema é testado sem "um único indício de manipulação", de acordo com a CartaCapital.
Gilmar também disse que o PL elegeu, com as mesmas urnas, as maiores bancadas do Congresso e seis governadores, e que "há quem alimente agora falsas narrativas contra o pleito". O Correio Braziliense registra que Flávio Bolsonaro (PL) não reconhece a reeleição de Lula.
Com informações do Correio Braziliense e da CartaCapital.
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